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Aprendendo a transformar
Posted by Ana
on
22:54
No dia 04 de maio passado tive a maravilhosa oportunidade de conhecer um grupo de pessoas que se reunem para irradiar conhecimento. É gente de formação diversa, atuação profissional diversa, experiências diversas, mas todas iguais no desejo delicioso de aprender, trocar, transformar. É o Grupo SOL (www.solbrasilonline.org.br / sol@solbrasilonline.org.br)
Eu procurei por um grupo desse tipo por anos. Talvez não fosse ainda a hora. A vida nos proporciona as experiências de acordo com o que precisamos aprender naquele momento. Mas eis que chegou o dia 4/05/2012 para me despertar para um novo pensar, um novo existir, um novo compartilhar.
Discutíamos sobre as contribuições que a SOL Brasil poderia levar para o fórum que ocorreria na Suécia nos próximos dias e tocou-se na questão de qual é o propósito da SOL, se existe a necessidade de integração das SOL em todo o mundo e etc quando minha cabeça cartesiana já queria transformar esta numa grande organização que concentrasse esforços em projetos específicos (educação, saúde, etc) em cada país em que atuasse e tudo já estava virando (de novo, na minha cabeça) uma planilha, com prazos, task-forces e resultados esperados. Deus do céu...
Nesse momento, e após o posicionamento de alguns, veio aquela sensação de encantamento, como nos filmes, quando o personagem tem uma grande ideia ou algo mágico acontece: tudo pára, muda de cor e plim! Naquele momento percebi que queria burocratizar algo cuja riqueza está no fato de ser orgânico, auto-organizável, vivo. Estar ali já era a transformação em curso. Cada um que ali estava se enriquecia de conhecimento, de expansão de consciência e de ingredientes para se tornar um multiplicador, seja da maneira que fosse ou que estivesse a seu alcance. Ou, mesmo que não multiplicássemos nada, a ampliação de consciência que tínhamos ali já era mais que suficiente.
E eu me dei conta de ficar alerta para o quanto eu burocratizo minha própria vida. O quanto planejo transformações grandes enquanto não consigo sequer mudar certo hábitos que poderiam me fazer dar mais e melhores passos. O quanto preciso deixar que a vida se auto-organize um pouco e mostre os caminhos, em vez de eu querer direcioná-los.
Nesse dia eu pude aprender um pouco mais a ficar aberta para a vida e suas possibilidades. Que sensação deliciosa de plenitude!
Eu procurei por um grupo desse tipo por anos. Talvez não fosse ainda a hora. A vida nos proporciona as experiências de acordo com o que precisamos aprender naquele momento. Mas eis que chegou o dia 4/05/2012 para me despertar para um novo pensar, um novo existir, um novo compartilhar.
Discutíamos sobre as contribuições que a SOL Brasil poderia levar para o fórum que ocorreria na Suécia nos próximos dias e tocou-se na questão de qual é o propósito da SOL, se existe a necessidade de integração das SOL em todo o mundo e etc quando minha cabeça cartesiana já queria transformar esta numa grande organização que concentrasse esforços em projetos específicos (educação, saúde, etc) em cada país em que atuasse e tudo já estava virando (de novo, na minha cabeça) uma planilha, com prazos, task-forces e resultados esperados. Deus do céu...
Nesse momento, e após o posicionamento de alguns, veio aquela sensação de encantamento, como nos filmes, quando o personagem tem uma grande ideia ou algo mágico acontece: tudo pára, muda de cor e plim! Naquele momento percebi que queria burocratizar algo cuja riqueza está no fato de ser orgânico, auto-organizável, vivo. Estar ali já era a transformação em curso. Cada um que ali estava se enriquecia de conhecimento, de expansão de consciência e de ingredientes para se tornar um multiplicador, seja da maneira que fosse ou que estivesse a seu alcance. Ou, mesmo que não multiplicássemos nada, a ampliação de consciência que tínhamos ali já era mais que suficiente.
E eu me dei conta de ficar alerta para o quanto eu burocratizo minha própria vida. O quanto planejo transformações grandes enquanto não consigo sequer mudar certo hábitos que poderiam me fazer dar mais e melhores passos. O quanto preciso deixar que a vida se auto-organize um pouco e mostre os caminhos, em vez de eu querer direcioná-los.
Nesse dia eu pude aprender um pouco mais a ficar aberta para a vida e suas possibilidades. Que sensação deliciosa de plenitude!
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